quinta-feira, 26 de abril de 2012

Ângela Portela anuncia possibilidade de antecipação das obras de hidrelétrica em Roraima

A senadora Ângela Portela (PT-RR) anunciou nesta quarta-feira (25), em Plenário, a possibilidade de antecipação do início das obras de construção da usina hidrelétrica de Bem-Querer, a cerca de 120 km de Boa Vista. A comunicação, segundo a senadora, foi feita pelo Diretor do Programa de Energia Elétrica do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Celso Knijnik, do Ministério do Planejamento.

– Queremos ter a nossa autonomia energética e ela passa, necessariamente, pelo compromisso da presidenta Dilma Roussef de buscar o desenvolvimento das regiões mais distantes dos estados da região Norte e, especialmente, do nosso estado de Roraima.

A antecipação anunciada diz respeito ao leilão de concessão da usina, sob responsabilidade da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), de 2014 para 2013. Ângela Portela explicou que o estado ainda depende da energia venezuelana, o que gera insegurança quando à continuidade do fortalecimento. Para ela, ao acabar com esse problema, a hidrelétrica promoverá o desenvolvimento do estado.

– Essa grande obra de infraestrutura energética poderá dar nova dinâmica ao desenvolvimento de Roraima, contribuindo diretamente com o crescimento da economia de toda a região.

A senadora informou que a EPE está concluindo a cartografia e que já providencia a licitação para os estudos de impacto ambiental. Para ela, os estudos são apenas uma etapa de um longo processo que envolve a construção da hidrelétrica, a ser acompanhado pelos parlamentares e pela sociedade.

Em aparte, o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) afirmou que o estado não poderia continuar a depender da energia da Venezuela e nem da proveniente de outros estados, por meio de linhas de transmissão que chegarão a Roraima. Para o senador, também é preciso investir nas obras da Usina Hidrelétrica do rio Cotingo, em área indígena.

Agência Senado

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Parteiras indígenas passam por qualificação


Encontro realizado em Roraima faz parte da estratégia da Rede Cegonha e capacitará 30 mulheres para que auxiliem o os cuidados aos recém-nascidos nas aldeias
Trinta parteiras tradicionais indígenas das etnias Makuxi e Wapixana, ambas do estado de Roraima, participam de encontro de qualificação em cuidados com recém-nascido, que será realizado a partir desta segunda-feira (23) até 30 de abril, na comunidade indígena de Tabalascada, na cidade Cantá, município distante 40 quilômetros da capital Boa Vista.  A iniciativa do encontro é da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) do Ministério da Saúde, por meio do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Leste de Roraima, em parceria com Secretaria de Saúde de Roraima. A ação faz parte do programa Rede Cegonha.
O objetivo do encontro é capacitar as parteiras para que auxiliem nos cuidados básicos imediatos aos recém-nascidos nas aldeias e com isso ajudar na redução da mortalidade infantil.  A abertura do curso ocorre nesta segunda, a partir das 9h, e contará com a presença chefe da DSEI Leste de Roraima, Dorotéia Reginalda Moreira Gomes, e do secretário Estadual de Saúde de Roraima, Antônio Leocadio Filho. Durante o evento serão entregues 30 kits com equipamentos básicos de assistência imediata ao recém-nascido. Os kits possuem 35 itens, entre eles, estojo de alumínio com tesoura reta, fita métrica uterina, capa de chuva e balança pediátrica. Os Kits foram fornecidos pela Secretaria de Saúde de Roraima.
A capacitação também faz parte da estratégia da SESAI de promover atenção integral à saúde por meio da integração entre a medicina tradicional indígena com as práticas da medicina ocidental. As parteiras são profissionais importantes na atenção à saúde indígena no que se refere ao auxilio às equipes de saúde no pré-natal e também no parto, principalmente em aldeias de difícil acesso. De acordo com o último levantamento do Distrito, atualmente existem cadastradas no DSEI 78 parteiras, sendo que 95% delas também são Agentes Indígenas de Saúde (AIS).
A metodologia utilizada na qualificação será a participativa baseada na educação popular. Assim, durante o curso, além das orientações sobre as principais doenças e complicações com recém-nascidos e a identificação de casos de gestação de risco, as parteiras irão relatar casos de partos que fizeram e descrever seus conhecimentos tradicionais relacionados à gestação e ao parto: como a concepção cultural de cada etnia sobre a gestação, o uso de ervas medicinais e restrições alimentares durante a gravidez e puerpério (pós-parto). O evento contará com a participação de um consultor do Ministério da Saúde, dois facilitadores do DSEI Leste e duas médicas pediatras.
Sobre o DSEI Leste de Roraima – O Distrito Sanitário Especial Indígena Leste de Roraima é a unidade gestora descentralizada do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena, responsável por organizar e prestar o atendimento básico de saúde aos indígenas que vivem na região leste e norte de Roraima, inclusive nas aldeias na fronteira com a Venezuela e a Guiana. A população atendida pelo Distrito é de cerca de 40 mil índios, de 12 etnias diferentes, com predominância da etnia Makuxi, seguida da Wapixana.

http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/5062/162/roraima-tera-remedio-de-graca-para-asma-em-25-farmacias-populares.html


Oficina debate como ampliar medidas de prevenção, diagnóstico e assistência a pessoas com DSTs, aids e hepatite, envolvendo estados e municípios que possuem população indígena
O fortalecimento das ações de prevenção e controle das DST, aids e hepatites na população indígena o tema principal da 1ª Oficina Macrorregional de Avaliação e Planejamento para reorganização das redes de atenção para povos indígenas.  O evento começou nesta segunda-feira (23), em Belém (PA), e termina dia 26 (quinta-feira). O encontro é promovido pelas Secretarias de Vigilância em Saúde e Especial de Saúde Indígena, ambas do Ministério da Saúde, e reúne mais de 70 participantes, entre profissionais dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) Guamá-Tocantins, Kaiapó do Pará, Altamira, Tapajós, Amapá/Norte do Pará e Tocantins e Casas de Saúde Indígena (CASAI) desses DSEI e lideranças indígenas. Participam, ainda, representantes das Secretarias Estaduais de Saúde do Pará, Amapá e Tocantins, secretarias de saúde de municípios desses estados que possuem população indígena na sua jurisdição, além de representantes dos Laboratórios Centrais de Saúde Pública e Laboratórios de Fronteiras.
Durante o evento, os profissionais discutirão como ampliar as ações de prevenção, diagnóstico, assistência, promoção à saúde e vigilância epidemiológica das DST, aids e hepatites virais para cada um dos 34 DSEIs do país. O objetivo desta atividade é ampliar a articulação da rede de saúde indígena com a rede já instalada dos Estados e de Municípios. De acordo com o secretário Especial de Saúde Indígena, Antônio Alves de Souza, a oficina faz parte de uma série de iniciativas relacionadas à promoção à saúde desses povos. “Os índios são mais vulneráveis às DST, ao HIV/aids e às hepatites virais do que outras populações, em função da alimentação compartilhada, de alguns rituais, poligamia, iniciação sexual precoce, contatos interétnicos com garimpeiros, entre outros”, destacou.
Dados do Ministério da Saúde apontam um crescimento, em dez anos, de 1.284% dos casos de aids nessa população. Enquanto no ano 2000 foram registrados 63 casos, em 2010, o número de casos acumulados saltou para 872. “O aumento pode estar relacionado à ampliação do acesso ao diagnóstico e também ao relacionamento maior de índios com não índios de forma desprotegida, além das questões culturais”, destacou o secretário.
Além dessa oficina em Belém, serão realizadas outras duas. A próxima oficina será no final de maio, em Campo Grande, e vai reunir os DSEIs Xingu, Araguaia, Cuiabá, Kaiapó do Mato Grosso, Xavante e Mato Grosso do Sul. A outra será no final de junho, em Manaus, local com a maior população indígena do país, e vai reunir os DSEIs Alto Rio Solimões, Alto Rio Negro, Vale do Javari, Médio Solimões, Médio Purus, Manaus, Parintins, Leste Roraima e Yanomami.

sábado, 21 de abril de 2012

Sesai divulga avanços em atenção à saúde indígena


Em um ano, Sesai ampliou em 36% o número de profissionais de saúde, os óbitos caíram 12,1% no país e um crescimento de 53% no orçamento
Um dos maiores desafios que a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde enfrenta é superar barreiras geográficas. E uma importante vitória, nesse aspecto, é a implantação do Programa Brasil Sorridente Indígena, que tem como objetivo levar ações de saúde bucal de qualidade, de forma integral e pioneira, a três Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) do país: Alto Rio Purus (AC/AM/RO), Alto Rio Solimões (AM) e Xavante (MT), que, juntos, têm uma população aproximada de 80 mil indígenas. Esse é o primeiro programa elaborado especificamente para tratar da saúde bucal desses povos. Essa e outras ações fazem parte de balanço nacional divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (19), em comemoração ao Dia do Índio.
Para atender esse programa-piloto, foram contratados 41 dentistas, 41 auxiliares de saúde bucal e 28 técnicos de saúde bucal durante o ano de 2011. Essas Equipes de Saúde Bucal receberam (em novembro passado) capacitação específica para atendimento a essa população, respeitando as diversidades culturais e observando protocolo diferenciado para áreas remotas e de difícil acesso.  Além disso, em quatro meses de atendimento em área (início no final de dezembro), mais de sete mil índios foram atendidos em consultas e procedimentos odontológicos. Nesse período, foram realizadas 5.272 primeiras-consultas odontológicas e 4.196 procedimentos restauradores, utilizando diversas técnicas para dentes cariados.
Foram investidos, R$ 5,5 milhões na compra dos 37 consultórios odontológicos portáteis, na aquisição de 5.248 instrumentos clínicos e cirúrgicos, em material de consumo das equipes de saúde bucal e em 70 mil kits de higiene. Cada kit de higiene bucal é composto por escova, dental, creme dental, fio dental e protetor de cerdas. A meta é ampliar esse programa a outros 13 DSEIs até o final de 2012. “Além de resolver as necessidades odontológicas emergenciais, as equipes trabalham nas aldeias desenvolvendo ações educativas em saúde bucal, levando orientações sobre escovação e higiene bucal”, destacou o secretário Especial de Saúde Indígena, Antônio Alves de Souza.
A SESAI é responsável pelo atendimento a aproximadamente 650 mil indígenas no país, 154.207 famílias, pertencentes a 230 etnias, que vivem em 4.702 aldeias, presentes em 438 municípios e 26 estados, bem como pela manutenção de 1.922 Sistemas de Abastecimento de Água. Conta com 34 DSEIs, 75 CASAIs, 967 Postos de Saúde e 358 Polos Base.
Número de trabalhadores contratados subiu para 12.248
O quadro de recursos humanos que compõe as equipes multidisciplinares de saúde indígena no país foi redimensionado. Em um ano, o total de trabalhadores contratados saltou de 8.975, em abril de 2011, para 12.248, em abril 2012, o que representa um crescimento de 36%. “Além do preenchimento de vagas nos chamados “vazios assistenciais” (locais com carência de profissionais de saúde), garantimos os direitos trabalhistas para todos os trabalhadores contratados pela SESAI em 2011”, destacou Antônio Alves. Este redimensionamento foi possível com a realização de novos convênios, por meio de chamamento público realizado pela SESAI em 2011. Os novos convênios permitiram uma economia de R$ 96 milhões aos cofres públicos, visto que as entidades selecionadas possuem Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS) o que lhes garante isenção fiscal e com isso os encargos sociais são menores.
De acordo com o Antônio Alves, antes da criação da Sesai, havia um desconhecimento do real quantitativo da força de trabalho existente na saúde indígena e diversas formas de contratação de pessoal, com vínculos empregatícios precários.  “No primeiro ano, focamos a nossa atenção na organização da gestão. A nossa expectativa é que possamos avançar em 2012, sobretudo na elaboração e implementação de uma política de gestão do trabalho e de educação em saúde para o conjunto dos trabalhadores”, destacou.
Ações reduziram óbitos em todas as faixas etárias
As ações de atenção básica à saúde indígena estão sendo implementadas centradas na linha do cuidado, com foco na família indígena, integralidade e intersetorialidade das ações, com participação popular e articuladas com as práticas de saúde e as medicinas tradicionais. Dados preliminares do Ministério da Saúde apontam redução no número de óbitos de 12,1% em 2011, quando foram registrados em números absolutos 2.264 óbitos, em todas as faixas etárias. Em 2010, foram 2.577 óbitos. As ações de atenção também resultaram na queda da mortalidade em crianças menores de um ano em 4,8%. Os dados, ainda não consolidados, registraram 630 óbitos em 2011, contra 662 em 2010.  “Um óbito que seja por causas evitáveis deve ser investigado. Estamos trabalhando para não permitir que eles ocorram”.
No DSEI Xavante, onde a Sesai realizou intervenção na área de gestão e atenção em janeiro de 2011, houve queda de 67,8% no número total de óbitos em todas as faixas etárias, caindo de 28 óbitos em janeiro de 2011 para 9 em dezembro de 2011. O impacto do reforço nas ações de vigilância epidemiológica e na área de atenção também foi registrado nos dados absolutos em menores de um ano, onde houve redução de 30% no número de mortes, passando de 10 óbitos em janeiro de 2011 para 3 em dezembro de 2011.
VACINAS - Em 2011, a Sesai realizou campanha de multivacinação para toda a população indígena aldeada da Amazônia Legal, onde residem 91 mil índios, com a oferta de todas as vacinas do calendário de saúde. Ainda no mesmo ano, com ação inédita, a Sesai iniciou a realização de testes rápidos para sífilis e HIV em 46 mil indígenas nos sete DSEIs do Amazonas e nos dois DSEI de Roraima. Foi realizada também melhoria no acesso ao tratamento de Hepatites Virais para os indígenas do Vale do Javari (AM), com a realização de três Manejos Clínicos de Hepatites Virais atendendo a 341 indígenas. Os Indígenas que foram identificados como portadores de hepatites receberam tratamento na Casa de Apoio de Tabatinga (AM).
Nova gestão garante autonomia administrativa
Em seu primeiro ano de existência, a SESAI também obteve um balanço positivo de ações de gestão, com avanços na implantação de um novo modelo de gestão: a autonomia administrativa e financeira dos 34 DSEIs que passaram a ser Unidades Gestoras, sendo que 29 destes se organizaram também como unidades executoras de seu orçamento. A medida possibilitou que cada distrito realizasse licitações e compras locais, resolvendo as necessidades mais urgentes – como para manutenção de frotas, alimentos, contratação de mão de obra de serviços gerais, combustível, entre outros. Essa era uma das principais reivindicações dos povos indígenas. Para que isso fosse possível, foi realizada a capacitação de 215 servidores dos DSEIs em um ou mais dos sistemas de administração orçamentária e financeira, recursos humanos, logística e licitações, possibilitando a organização financeiro-administrativa dos Distritos.
Em 2011, os recursos da saúde indígena passaram a ser administrados exclusivamente pela SESAI, facilitando a execução orçamentária, bem como a fiscalização e o monitoramento, dando mais agilidade na efetivação das ações. Em 2012, o orçamento da secretaria cresceu 53% em relação ao ano de 2011, passando de R$ 454 milhões para R$ 684,5 milhões em 2012. “Apesar dos avanços, sabemos que é grande a tarefa de resgatar a imensa dívida social e levar saúde de qualidade e integral a esses povos”, ressaltou o secretário.
A pasta também iniciou a recomposição da frota dos Distritos, com aquisição de 436 veículos, entre barcos, caminhonetes 4X4 e motores de popa, assegurando, desta forma, a remoção dos pacientes e das equipes multidisciplinares de saúde indígena (EMSI).

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Angela Portela ressalta importância de obra do PAC 2


A construção da linha de transmissão de energia entre Boa Vista (RR) e Manaus (AM) para o estado de Roraima foi tema do discurso da senadora Angela Portela (PT-RR), nesta quarta-feira (18). A obra faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2 e deve receber investimentos de cerca de R$ 500 milhões.

Atualmente o estado depende do sistema de Guri, na Venezuela, e da usina de Jatapu, na cidade de Coroebe (RR), para o fornecimento de energia. De acordo com a senadora a segunda fonte de energia funciona precariamente com duas turbinas, que apresentam rachaduras e sempre está com a sua capacidade comprometida.

- Esta dependência é a grande responsável pelo atraso econômico e social do nosso Estado. Castiga os usuários, deixando-os por mais de quatro horas sem luz todos os dias – reclama a senadora.

A construção deve ser iniciada em 2013 e finalizada em 2015. Atualmente, o Consórcio Transnorte Energia busca as licenças ambientais (EIA-RIMA). O próximo passo será marcar audiências com os prefeitos das cidades por onde a linha passará, ao longo da BR-174.

Representação Feminina

Angela Portela também parabenizou a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia Antunes Rocha, que tomará posse no cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta quarta-feira (18). Esta é a primeira vez que uma mulher assume a presidência do órgão, que tem 67 anos de história.

Cármen Lúcia foi empossada como ministra do STF em 2006, sendo a segunda mulher a assumir o posto. Em 2009, assumiu o cargo de ministra substituta do TSE, empossada em seguida como titular. Desde 2010, acumula a vice-presidência do tribunal.

- A posse marcará a história de luta das mulheres brasileiras, pela participação da mulher em todos os espaços de poder e de decisão do nosso país.

Agência Senado

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Turismo em RR: Ângela Portela satisfeita com avaliação da National Geographic


A senadora Ângela Portela (PT/RR) manifestou satisfação com notícia veiculada ontem (10/04), pelo site da revista National Geographic, mostrando Roraima como um destino de viagem preferido dentro do Brasil.

Considerada uma das publicações mais respeitadas do mundo, a revista descreve que na "paisagem se erguem montanhas achatadas encobertas por neblina, que podem ser escaladas sem necessidade de conhecimento técnico ou equipamentos".

Reproduzida por outros meios de comunicação do país, a edição afirma que viajar por Roraima é "uma experiência amazônica genuína", e destaca a reserva ecológica Xixuaú Xiparinã, localizada entre Roraima e o Amazonas, como um dos mais interessantes passeios dentro do território brasileiro. Mas ressalta que os habitantes da reserva ainda são assolados pela "pobreza, analfabetismo e falta de infraestrutura sanitária e educacional".

Assessoria de Imprensa

Ângela Portela (PT/RR) defende reconhecimento e revalidação de diplomas expedidos por universidades estrangeiras


A revalidação e o reconhecimento automático de diplomas oriundos de cursos de instituições de ensino superior estrangeiras, que tenham reconhecida excelência acadêmica, foram defendidos hoje (12/40) pela senadora Ângela Portela (PT/RR), em audiência pública realizada no Senado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte, juntamente com a Comissão de Relações Exteriores, para discutir o projeto do senador Roberto Requião (PMDB/PR), que dispõe sobre o assunto.

A senadora defendeu a necessidade de o processo de expedição de diplomas dessas universidades ser desburocratizado, considerando o fato de que cada vez mais, estudantes brasileiros estão se dirigindo a universidades estrangeiras, para cursar graduação ou pós-graduação.

Ângela Portela disse defender o projeto do senador Requião, confiante no compromisso do seu relator, o senador Cristovam Buarque (PDT/DF), de aprimorá-lo de forma a atender da melhor maneira possível, aos estudantes brasileiros que fazem cursos em países membros do Mercosul e de professores, inclusive de Roraima, que fizeram mestrado no Paraguai e na Argentina, e que anseiam pela revalidação de seus diplomas.

Mesmo compreendendo a preocupação das universidades brasileiras de garantir a qualidade do ensino superior no Brasil, a senadora defendeu que o reconhecimento e revalidação de diplomas emitidos por universidades estrangeiras vêm ao encontro da política de integração econômica e cultural do governo da presidente Dilma Rousseff, de promover a integração do Brasil com outros países da região e de outras partes do mundo.

Neste contexto político, Ângela Portela destacou o programa Ciência sem Fronteiras, do Governo Federal, que prevê a concessão de até 75 mil bolsas em quatro anos a estudantes que queiram fazer cursos no exterior. Este programa visa promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio de alunos de graduação e pós-graduação e da mobilidade internacional.

PLS 399/2011

O projeto do senador Requião altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação). A proposta é de que os diplomas de cursos de graduação, Mestrado ou Doutorado expedidos por instituições de educação superior estrangeiras tenham revalidação ou reconhecimento automático, desde que apresentem reconhecida excelência acadêmica. Esta proposta considera o fato de que os alunos que vão estudar fora do país, quando retornam ao Brasil, precisam se submeter aos trâmites de revalidação ou reconhecimento dos seus diplomas, que, segundo a LDB, compete apenas às universidades.

Assessoria de Imprensa

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Ângela Portela pede prioridade para ZPE de Boa Vista


A senadora Ângela Portela (PT-RR) pediu, nesta segunda-feira (9), a inclusão da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Boa Vista entre aquelas consideradas prioritárias pelo governo federal. De acordo com a senadora, o projeto é de extrema importância e relevância para a geração de emprego e renda na capital roraimense.

Para ser instalada, a ZPE de Boa Vista precisa de aporte financeiro do governo federal, necessário à instalação da infraestrutura básica. A ZPE, informou a senadora, terá capacidade para acolher 200 indústrias e deverá gerar 10 mil empregos diretos somente na iniciativa privada.

Ângela Portela também pediu a aprovação do Projeto de Lei do Senado (PLS) 526/11, que amplia a fatia da produção das ZPEs que pode ser destinada ao mercado interno sem o pagamento de imposto de importação. A Lei 11.508/2009 prevê que apenas 20% podem ser destinados ao mercado interno. O PLS amplia esse montante para 40% no caso de ZPEs instaladas em faixa de fronteira da região Norte.

– A adoção da redução de 80% destinada às exportações para a casa dos 60% acaba com a regra única estabelecida para todo o território nacional. Essa regra limita qualquer possibilidade de interesse de empresários investirem numa ZPE situada na faixa de fronteira da região Norte.
Agência Senado

Ângela Portela destaca números positivos da economia


Em pronunciamento nesta terça-feira (10), a senadora Ângela Portela (PT-RR) disse que a economia brasileira tem apresentado dados muito positivos nos últimos anos, mesmo com o ambiente internacional ainda preocupante, em razão da crise financeira global.

Segundo Ângela Portela, podem ser observados índices positivos de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), preservação da estabilidade, taxas de inflação e juros em declínio e expansão do emprego. A senadora apontou ainda, "pela primeira vez em décadas", a redução das desigualdades sociais, com crescimento da classe média.

O crescimento econômico, ressaltou Ângela Portela, deu mais poder ao trabalhador brasileiro, que hoje tem como buscar melhores vagas em um mercado de trabalho aquecido, podendo mudar de emprego com maior facilidade, em busca de salário mais elevado ou de melhores condições para exercer sua profissão.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, citados pela senadora, mostram que 30% dos desligamentos no primeiro bimestre de 2012 ocorreram por decisão do trabalhador.

Em janeiro e fevereiro, foram quase 3 milhões de desligamentos de emprego, dos quais 969 mil por iniciativa do assalariado. No primeiro bimestre de 2003, quando pela primeira vez se passou a fazer esse tipo de pesquisa, as saídas voluntárias de emprego representavam apenas 17% do total.
Agência Senado

terça-feira, 10 de abril de 2012

Ângela Portela pede prioridade para ZPE de Boa Vista


A senadora Ângela Portela (PT-RR) pediu, nesta segunda-feira (9), a inclusão da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Boa Vista entre aquelas consideradas prioritárias pelo governo federal. De acordo com a senadora, o projeto é de extrema importância e relevância para a geração de emprego e renda na capital roraimense.

Para ser instalada, a ZPE de Boa Vista precisa de aporte financeiro do governo federal, necessário à instalação da infraestrutura básica. A ZPE, informou a senadora, terá capacidade para acolher 200 indústrias e deverá gerar 10 mil empregos diretos somente na iniciativa privada.

Ângela Portela também pediu a aprovação do Projeto de Lei do Senado (PLS) 526/11, que amplia a fatia da produção das ZPEs que pode ser destinada ao mercado interno sem o pagamento de imposto de importação. A Lei 11.508/2009 prevê que apenas 20% podem ser destinados ao mercado interno. O PLS amplia esse montante para 40% no caso de ZPEs instaladas em faixa de fronteira da região Norte.

– A adoção da redução de 80% destinada às exportações para a casa dos 60% acaba com a regra única estabelecida para todo o território nacional. Essa regra limita qualquer possibilidade de interesse de empresários investirem numa ZPE situada na faixa de fronteira da região Norte.

Agência Senado